NOSSO-HINO - nosso-hino novamente.
CIDADES DO INTERIOR - as “cidades do interior” só não são mais ridículas em tudo por que são pequenas: para entender a extensão desta idéia seria preciso transformar uma delas em “reserva ambiental” e estudar a vida, o comportamento desta fauna grotesca, desta flora carnívora, imóvel e perniciosa.
O ESCRITOR BRASILEIRO - não conheço tipo mais asqueroso que o “escritor brasileiro” (pastiche destas vacas de presépio estrangeiras que vêm arrotar sandices em festivais, jantares e palestras). ouvir, por exemplo, nélida piñon, joão ubaldo, edla van steen, moacir scliar, ligia fagundes teles, carlos heitor cony, lia luft e todos os “jornalistas escritores”, é não compreender como se pode ser tão besta, tão empolado, tão mentiroso, tão integrado, tão digno da própria dignidade, tão “cafajeste”, tão ingênuo, tão funcionário público, tão trabalhador alienado, tão compatriota, tão vendido e, ao mesmo tempo, massa interesseira e vaidosa: nenhum deles desvenda, expõe, as trapaças da “Literatura brasileira”, muito menos o verde-amarelismo que move e faz eles aparecerem.

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