sábado, abril 15, 2006

Alberto Lins Caldas

3 Comments:

At 2:48 PM, Anonymous Eduardo Torres said...

A questao da livre permissao pelo estado do uso de drogas apresenta a meu ver uma contradicao: O abuso de drogas pode causar problemas serios de saude, q demandarao necessidade de tratamento medico. Se o usuario-paciente for tratado em hospitais publicos, significa q o estado estara' permitindo uma situacao q causa problemas medicos maiores q os q ocorreriam numa situacao de proibicao de drogas, e para resolve-los estaria usando o dinheiro do povo. Isto e', em ultima analise, o livre uso de drogas implica em usar recursos publicos para pagar por consequencias de decisoes individuais.
Eduardo Torres
dudutorres@yahoo.com

 
At 12:45 AM, Blogger Brilho da Lua said...

Bom...fazendo um pequeno comentario sobre o topico Estaduzunidos...voce descreve esse País como perverso,estupido e bosta de marinheiros hahaha e diz que os babacas chamam de America...acho que chamam de America porque os Estaduzunidos esta localizado exatamente na AMERICA DO NORTE portanto quem quer que seja que o chame de America,nao é babaca coisa alguma...é até muito inteligente em saber onde geograficamente se localiza os States...hahaha voce continua seu topico dizendo que o povo é sádico, estúpido, ignorante, fanático; e eu discordo completamente de tudo que voce escreveu nesse topico...nao se pode taxar um povo de nomes vulgares só porque pensamos que eles sejam assim ou assado...minha opiniao que os Estaudzinenses sao um povo oposto de sádico eles sao BENEVOLENTES,ao contrario de estupidos eles sao SABIOS, oposto de ignorantes eles sao INTELIGENTES, ao contrario de fanaticos eles sao DEDICADOS e APAIXONADOS pelo que acreditam e amam...nao é a toa que os Estaduzineses sao considerados a naçao MODELO a naçao que tem como moto IN GOD WE TRUST!!!!{EM DEUS NÓS CONFIAMOS)acho que isso diz tudo...haha

 
At 1:29 PM, Blogger Deivis Duran said...

Pensei na palavra ou palavrei o que pensava? Trovão, palavrão enfureceu em mim, o baixo calão, o que baixo ou mesmo calado ruminava. Pus nas mãos, calejado, apontei meu cajado, atravessei o lobo no coração das ovelhas.


Não é revolver que só mira um ponto, o pixel interessante. Granada: atira em 360°³ – graus esfericúbicos –, em 3D: portanto, céus,terras, horizontes e tripulantes não escapam a sua ira, seu deboche e sua súplica.


Passado o tempo, não deu para medir quanto, após o funeral do tempo, essa granada é atômica, faz-se suicídio épico – por mais que se queira lírico.


Queremos matar-nos o mundo; e nisso Deus nos compreende – ou deus, se prefere a humildade – se chover versos quarenta dias e quarenta noites.

De braços com a poesia vamos aos bares, igrejas, escolas,praças, Tudos e descobrimos que fora disto não há mais nada; mas descobrimos que dentro disso não realizaremos nem um terço e inventaremos + 70 X 7 inteiros ao passarmos mil e uma noites em claro.


Então já contagiados. Atrapalhando outras doenças que parasitam o mundo; uma doença que tem efeitos colaterais: Artzsche. Crianças, agora numa reinocência, gargalhada de bebê para camelesos; já indiferente, um tanto complacente, aos mau-humores de leão.

As outras doenças querem ilusões motorizadas, estruturas de aço e pedra, como se os atropelamentos, o peso pontiagudo caindo nas cabeças, jorrando sangue, fizesse com que fosse
mais sério, mais real: sem paciência para carrinhos puxados a mão ou castelinhos de areia – que decerto constituem o reinodos céus.


Suportamos a febre e o deserto das outras doenças, que deixavam de cabeça quente, porque tomamos o leite materno estelar, diretamente da via láctea.


Mas é certo que poesia também mexe com sangue. Ela vai tão a fundo no sangue que mexe no seu porquê, por que e para quem trabalha, onde o sangue é empregado, para onde corre fervente ou sereno: caudaloso hemossentido.


Há muito que o sangue tem a ilusão de estar alimentando células que têm seu fim para os tecidos que. Mas tudo isso: nervos, órgãos, o cérebro, apenas edificam um concreto holograma para dar vida a fantasmas a sua imagem e dessemelhança; não para parar no reflexo, mas para outro refluxo e, a partir de sua imagem, ser muito mais.

Deivis in: SEMEM HUMAN HUMUS

 

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